Fórmula 1: Ano sabático de Daniel Ricciardo equacionado desde as férias de verão
Daniel Ricciardo não estará na grelha da Fórmula 1 em 2023, facto confirmado pelo piloto na reta final da corrente época. O piloto australiano admitiu agora que o cenário de ficar um ano sem competir e trabalhar no regresso a uma equipa que lhe dê garantias de bons resultados em 2024 estava a ser equacionado desde as férias de verão.
Ricciardo espera usar 2023 para recarregar baterias e concentrar-se em garantir um lugar em 2024.
“É algo que tenho certamente avaliado desde as férias de Verão”, disse Ricciardo à Sky. “Queria esperar algumas corridas e quanto mais tempo passa, mais sinto que é o que preciso. Embora também as oportunidades… não há realmente nada formado para o próximo ano. Eu gostaria de fazer uma pausa e preciso de fazer ‘reset’, e também em 2024 algumas outras coisas podem aparecer”.
No entanto, ainda há pelo menos um responsável de uma equipa do paddock que espera por um telefonema de Ricciardo. Günther Steiner disse recentemente à Associated Press que se o piloto estiver interessado num lugar na Haas “não tem vergonha de me telefonar”. Isto depois do dono da equipa, Gene Haas ter garantido que a continuidade de Mick Schumacher na Haas só dependia dele próprio e de conquistar mais pontos até final da época. Steiner acrescentou ainda que “para nós ele seria um grande sucesso. É um vencedor de corridas e agora está sem emprego. Venceu uma corrida no ano passado. Eu classifico-o como piloto, não faço ideia porque é que ele não vai pilotar agora. Isso é para ele descobrir”.
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Lisboa
18 Outubro, 2022 at 11:17
Antigamente 1 ano sabático na F1, representava muitas vezes um adeus permanente, no entanto e visto os eventos dos últimos anos, tudo é possível.
Hoje em dia mais do que nunca, estar fora da F1 não significa estar longe da mesma e os casos do Ocon, Albon, Vries, Hulkenberg e até do próprio Alonso, demonstram isso mesmo.
Por isso, não vejo como impossível ao MoneyBadger fazer 1 ano sabático e depois retornar em 2024, AGORA, a pergunta que se impõe é, volta para onde?
A Mercedes, a Ferrari, a McLaren, a Red-Bull, a Alpine e a Aston Martin, estão todas com contratos para os seus pilotos até ao final de 2024, por isso a pergunta fica, para qual das restantes equipas (Alpha Tauri, Alfa-Romeo, Williams e Haas) é que ele pensa voltar?
É que são as mesmíssimas que até há pouco tempo tinham 1 lugar disponível e 2 delas ainda têm 1 lugar disponíveis e o piloto em questão não pretende lá estar, por isso pergunto aos seus “dentistas” para qual equipa do funda da tabela que ele rejeitou para 2023 ele pretende estar em 2024?
...
18 Outubro, 2022 at 12:34
Tanta “preocupação” com o Ricciardo…a filha do Berger toma conta dele não te “preocupes”…
Scirocco
18 Outubro, 2022 at 17:17
Este ano sabático será provávelmete o selar da carreira de Daniel na F1. Depois das suas prestações na Renault e na McLaren, nenhuma equipa de topo lhe irá dar um lugar pois estes já estão suficientemente bem preenchidos. Acresce a isto o seu actual salário que é muito alto se olharmos numa perspectiva fria para os resultados que têm obtido.
Talvez olhar para a Indy ou para o WEC…
PS – nunca percebi a antipatia crónica que este piloto desperta (não me diz grande coisa, mas já teve perfomances estonteantes), sobretudo em alguns comentários de alguns foristas aqui no jornal.
Lisboa
18 Outubro, 2022 at 17:51
Eu como claro confesso detrator do MoneyBadger (aka Colgate), passo a explicar a minha antipatia por ele…..
Não tenho antipatia por ele, tenho antipatia pelos “dentistas” dele, que por odiarem o Vettel (muitos inclusive fãs do Hamilton) devido ao domínio que o alemão teve em apenas 4 anos e aproveitaram-se de uma época menos conseguida fruta da sua saída da Red-Bull, decidiram que o MoneyBadger era um suprassumo da F1, apenas porque em 2014 ficou à frente do 4 vezes campeão do mundo, piloto esse que tem muito mais vitórias que o Colgate tem pódios e que desde 2014 para a frente, o alemão venceu 3 vezes mais que o “””suprassumo” de 2014.
O MoneyBadger venceu corridas muito (à altura) à conta das peripécias entre o Rosberg e o Hamilton.
É um piloto banal, várias vezes batido pelo companheiro de equipa, desde o Vergne (2 vezes), Kvyat, passando pelo Max e agora de forma expressiva, pelo Norris (2 vezes), no entanto, através de uma pequeníssima efemeridade em 2014, é considerado um piloto fora de serie.
Tem resultados em muito similares ao Riccardo Patrese e no entanto não vejo dizerem que o italiano é melhor que os campeões da sua época.
Não fosse ele ser australiano e ter um “padrinho” chamado Webber e nunca tinha entrado na F1.
Como disse e repito, é um piloto banal, que não deixa história nenhuma feita na F1.
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18 Outubro, 2022 at 20:51
“batido pelo companheiro de equipa, desde o Vergne (2 vezes)”…Mentira…(convém saber do que se fala). Por falar em bater colegas de equipa, DR bateu Vergne, Max, Kvyat (até ser despromovido), Hulkenberg, Ocon, e claro, Vettel… Nada mal para um piloto que “só chegou à F1 com “padrinhos” e que não deixa história nenhuma”…lê-se com cada coisa aqui.
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18 Outubro, 2022 at 19:16
A pedido de muitas famílias e para não ser só 2014…P1 com um carro avariado, esta ficou para a história!
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