Segundo o ex-piloto de Fórmula 1 Marc Surer ultrapassar na F1 vai ser menos problemático após o Grande Prémio da China. Depois da primeira corrida do ano todo o ‘paddock’ ficou muito preocupado porque os novos carros eram rápido e espetaculares, com uma grande aerodinâmica, mas tornavam as ultrapassagens mais raras.
Contudo em Xangai a corrida foi bem mais interessante, com Max Verstappen e Sebastian Vettel realizarem duas provas sensacionais. E Surer ficou bastante impressionado. “Não vai o Vettel assim há muito tempo”, afirmou o suíço à cadeia de televisão alemã Sky. O alemão da Ferrari terá deixado os ‘puristas’ da F1 encantados, já que poucas vezes recorreu ao DRS para fazer as suas ultrapassagens. “Na corrida anterior era difícil os pilotos ultrapassarem, mas agora houve muito mais ultrapassagens. É o que devia ser – era preciso ser incisivo, que não se consegue facilmente, não foi só abrir os ‘flaps’ (DRS) e passar. Foi divertido”, afirmou Vettel após a corrida. Mas para o piloto da Ferrari admitiu que a F1 é um pouco como o futebol. “Nem rodos os jogos são ótimos”, observou ainda o germânico.











Isto é como tudo na vida: para os mais dotados é sempre mais fácil ultrapassar, para os menos dotados é sempre mais difícil. É evidente que uma pista nas condições mistas em que estava Xanghai no Domingo favorece sempre o talento natural dos pilotos, coisa em que o Vestappen se destaca obviamente. Aquela 1ª volta só era possível numa pista nas condições em que estava no Domingo. Como aquela tão falada 1ª volta do Senna em Donnington em 93, aconteceu em circunstâncias semelhantes. Numa pista seca isso seria impossível. Agora, repito, uma corrida não é boa ou má pela dose… Ler mais »
Quando resolverem a questão dos monolugares perderem eficiência aerodinâmica quando se aproximam do da frente (que desta vez o mais queixoso foi Verstappen, que até pediu ao Horner para tirar o Sauber da frente, isto também é para quem chamou “queixinhas” ao Hamilton pela mesma razão).
Então aí sim, a F1 estará num bom caminho para que os pilotos possam extrair o máximo das performances sem se verem aflitos porque assim que chegam perto, começam a perder a frente e com isso gastam mais os pneus e enfim, é um efeito em cascata.