A ambiciosa proposta da Tailândia para acolher um Grande Prémio de Fórmula 1 nos próximos anos, pode passar por um circuito citadino nas ruas de Banguecoque, a capital do país.
Após a confirmação do diretor-executivo da Liberty, Greg Maffei, do interesse e os possíveis planos para expandir o calendário da Fórmula 1 na Ásia, com Tailândia, Coreia do Sul e Indonésia como países que terão fortes hipóteses em acolher novas provas,
A Tailândia está a dar passos significativos no sentido de acolher um Grande Prémio de Fórmula 1, após o Primeiro-Ministro Srettha Thavisin reunir com o diretor-executivo da F1, Stefano Domenicali, em Imola, para discutir potenciais palcos para a prova.
As discussões sublinham a ambição da Tailândia de trazer para o país o prestigiado evento automobilístico, com destaque para três possíveis localizações, segundo o Autosprint italiano, incluindo um novo circuito urbano na capital, algo que tem sido reproduzido nos últimos anos pela competição, através da gestão da Liberty Media.
Desde a visita de Domenicali aquele país, em abril, que aumentou a especulação em torno da realização do Grande Prémio na Tailândia, a curto prazo. A presença de Thavisin em Imola, convidado pelo próprio Domenicali, sublinha a seriedade destas negociações.
Ainda segundo a publicação italiana, a realização do primeiro Grande Prémio da Tailândia poderá acontecer em 2027 ou 2028, com três opções principais de locais atualmente em consideração.
Um circuito citadino em Banguecoque, num traçado que poderá levar a F1 para perto do Palácio Real, com amplas avenidas e jardins panorâmicos, é uma forte hipótese. No entanto, poderá estar em cima da mesa a consideração de um novo circuito perto do aeroporto de U-Tapao na província de Rayong, cerca de 140 quilómetros a sudeste de Banguecoque.
A terceira opção parece ser o desenvolvimento de uma nova pista num local ainda por determinar perto de Banguecoque, o que implicaria um planeamento e um investimento significativos.
Afastada parece estar a hipótese de receber a Fórmula 1 no mesmo palco do MotoGP. O circuito de Buriram não agrada aos organizadores da F1 ou aos interesses comerciais do desporto por estar muito afastado da capital.
Foto: Mark Sutton/ Stake F1 Team











