F1: Mercedes procura entender razão para fumo de escape
A Mercedes não tem tido grandes motivos de queixa em relação à sua nova unidade motriz. No entanto ainda tenta entender o motivo pelos fumos de escape que se têm visto com regularidade.
A Mercedes conseguiu melhorar ainda mais a sua unidade motriz sem comprometer a fiabilidade, pelo menos até agora. O único sinal mais “estranho” é a libertação de um fumo mais espesso de vez em quando do escape dos monolugares equipados com unidades germânicas. A Mercedes ainda procura a causa para esse fenómeno:
” Podemos ver quando o tanque de óleo está cheio no início, parece que temos um problema e o óleo sai do chassi ”, disse Wolff no GP da Hungria. “Não sabemos como isso está a acontecer, mas parece que quando enchemos o depósito não temos muito controlo sobre o quanto sai no começo. Vemos isso em todos os motores da Mercedes e é algo que precisamos entender e superar. Não é um problema de fiabilidade, estou feliz que não seja, e provavelmente em Silverstone posso responder ao que é, porque no momento não sei.”
A Mercedes voltou a fazer o melhor motor da F1, superando a Ferrari que nos últimos ano tinha a vantagem nesse capítulo, em especial na primeira parte da época passada. O esforço da Mercedes em igualar a Ferrari tornou os flechas de prata novamente imbatíveis, enquanto a Ferrari deu um passo atrás, devido ao suposto truque que deixou de usar est ano.
“Acho que a ironia da história é que fomos forçados por alguns de nossos concorrentes para níveis absolutamente novos. Isso levou-nos a quase esgotamento no ano passado, a desenvolver e inovar de forma a sermos competitivos. E aqui acho que demos um salto substancial no desempenho de 2019 a 2020. Porque precisávamos do ano passado, e isso é um pouco irónico para mim”.
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Murray Walker
30 Julho, 2020 at 9:01
Seria épico se a Mercedes fosse apanhada a fazer batota.
Digamos que à 15ª prova deste ano, a FIA colocaria uns sensores e a vantagem da Mercedes desaparecia. Mas para 2021 arranjavam outra “marosca” e aumentavam a vantagem, até que à 16ª prova, a FIA descobria a “marosca” e obrigava-os a tirar tudo. Perdiam novamente a vantagem.
Entretanto faziam um acordo secreto com a FIA e ainda eram punidos com a obrigação da Petronas ter de desenvolver os próximos combustíveis sintéticos para a Formula 1.
No meio disto tudo, as poles, vitórias e mais 2 campeonatos de construtores e outros 2 de pilotos já estavam no bolso.
What goes around comes around.
RedDevil
30 Julho, 2020 at 9:49
Lol… o Wolff esteve muito mal nesta… está-se a fazer parvinho… qualquer mecânico de Zundapps sabe que “fumo azul” é óleo a queimar…
Roger M
30 Julho, 2020 at 12:57
Qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento em mecânica automóvel, sabe que fumo azul é sinónimo de combustão de óleo. A Mercedes certamente terá as suas formas de ocultar o consumo de óleo nos modos de potencia em qualificação, e tal como a Ferrari, devem usar uma “fuga controlada” de óleo para a câmara de combustão, mais evidente quando o motor está mais frio tornando as “fugas” mais evidentes. A diferença, é que a FIA nem pia em relação ao assunto.
Patucho10
31 Julho, 2020 at 2:20
mas o problema da marosca da Ferrari será que era só no oleo? ou foi na parte elétrica? é pena a FIA não revelar para se tirar as dúvidas
Roger M
31 Julho, 2020 at 16:51
No meu entender…a FIA preferiu manter a confidencialidade, pois deveria ser uma “marrosca” difícil de ser detectada, e para não “ideias” onde os outros construtores pudessem explorar os regulamentos.
[email protected]
30 Julho, 2020 at 22:20
Hahahaha!!! Olha este agora!!!! Não entendo o silencio da FIA!!!
Não se vê que os motores Mercedes andam a tomar esteroides naturais!
Só a Ferrari é que estava ilegal! Tu queres ver esta! LOL
Não entendo estes ignorantes da FIA…Se não é com denuncia nunca chegam lá! Como è que é possível!
É só colocar nas directivas “consumo de oleo ZERO”, e o motor Mercedes fica como o da Ferrari…”pequenino”…