A Ferrari admitiu que a adaptação às directivas técnicas da FIA reduziu o desempenho do seu motor, acreditando que outras áreas das regras ainda precisam de ser clarificadas. O motor da Ferrari de 2019 foi sujeito a um escrutínio e ao longo da temporada foram emitidas uma série de diretivas técnicas da FIA para fixar potenciais infracções em torno dos limites de fluxo de combustível e queimar óleo para obter ganhos no desempenho.
No final dos testes de pré-temporada em Barcelona, a Ferrari reconheceu pela primeira vez a perda de velocidade em linha reta, em comparação com o ano passado. Aí, a FIA também anunciou que tinha chegado a um acordo confidencial com a equipa italiana para pôr fim à investigação sobre a unidade motriz de 2019.
Com o início da temporada de 2020, a equipa italiana tem tido dificuldade com o SF1000, dizendo o chefe de equipa, Mattia Binotto, que: “Os regulamentos são muito difíceis e complexos. Penso que existem áreas do regulamento da unidade de potência onde talvez ainda sejam necessários esclarecimentos. É um processo contínuo, que sempre existiu no passado e existirá no futuro”.
“O desenvolvimento da unidade de potência é um processo contínuo que estamos a fazer des 2012. Há muito tempo que os temos vindo a desenvolver, estávamos também a fazer desenvolvimentos para esta época que não conseguiremos introduzir durante a própria época, porque tivemos um longo período de paragem antes do início”.











