A dificuldade enfrentada pelos pilotos das equipas mais pequenas para somarem pontos no atual cenário da Fórmula 1 levou a um movimento em busca de uma alteração no sistema de pontuação, visando incluir os 11.º e 12.º lugares.
Com a competição cada vez mais acirrada e a distribuição de pontos limitada aos 10 primeiros classificados, metade dos pilotos têm dificuldade em conquistar pontos durante as corridas de F1. Essa dificuldade torna ainda mais árdua a tarefa de garantir a competitividade das suas equipas.
A história do sistema de pontuação da Fórmula 1 reflecte a evolução do panorama competitivo do mundial. Em 2002, durante a era do domínio da Ferrari com Michael Schumacher, a F1 alargou a distribuição de pontos para incluir até ao oitavo lugar, ao invés de se ficar pelo sexto posto. Esta medida visava reconhecer o desempenho de mais pilotos e equipas.
Em 2010, a Fórmula 1 ajustou este sistema, permitindo que os 10 primeiros classificados de cada Grande Prémio somem pontos. Além disso, em 2019, foi introduzido um ponto extra para o piloto que fizesse a volta mais rápida durante a corrida, marcando o início das iniciativas da era Liberty Media, que ficou complementada – pelo menos até agora – com os pontos atribuídos durante as seis corridas Sprint
No entanto, as equipas mais pequenas têm cada vez mais dificuldade em garantir pontos, mesmo com o sistema de pontuação alargado. Um ponto para metade do atual pelotão é semelhante a ganhar uma corrida.
Deve a F1 alterar de novo o sistema de pontos e dar a possibilidade a mais um ou dois pilotos durante cada Grande Prémio? Ou mantê-lo inalterado?










