Não é um caso novo na Fórmula 1 e ao contrário do que se poderia pensar, não está enterrado na história da competição, está de novo presente. As asas flexíveis, tema controverso em 2021, com acusações mútuas entre a Mercedes e a Red Bull, volta a marcar a atualidade.
A FIA não encontrou nenhuma violação das regras após terem realizado novos testes durante essa temporada e que se tornaram mais mais rigorosos para evitar que pudesse voltar à baila em 2022, ano de entrada em vigor do novo regulamento técnico pelo quais ainda são regidos os monolugares da temporada atual.
Chegada a temporada à 13ª corrida, o GP da Holanda do fim de semana passado, e a FIA emitiu uma nova diretiva técnica às equipas devido a suspeitas de utilização da além do permitido da flexibilidade das asas dianteiras e traseiras para obter desempenho aerodinâmico, de acordo com informações avançadas pelo Motorsport.com. A diretiva técnica 18 obriga as equipas a apresentarem os planos de montagem e cortes transversais mostrando a fixação dos elementos da asa dianteira ao nariz e dos elementos da asa traseira às placas e à estrutura de impacto, porque acredita a FIA algumas equipas conseguem ultrapassar os testes atuais com os monolugares parados, conseguindo retirar dividendos em pista quando as asas se dobram mais do que o regulamentado.
As equipas têm até 8 de setembro para apresentar os documentos exigidos.














