Está encontrado o tema que vai aquecer os próximos tempos. Além da Silly Season, que agora parece um pouco mais calma, a questão da equivalência de performance das unidades motrizes vai estar em cima da mesa. Para Toto Wolff, esse é um assunto sério e que vai contra a essência do desporto.
Para Wolff, retirar a meritocracia da F1 é uma declaração de falência e nem sequer se deve falar sobre BoP ou outro tipo de estratégias para reduzir a performances dos motores mais potentes:
“O entretenimento segue o desporto, e a razão pela qual o desporto é tão credível é porque é preciso trabalhar arduamente para ter sucesso”, explicou Wolff. “Se estamos a ficar para trás como fornecedores de motores e o nosso motor não tem o mesmo desempenho que os outros, isso é obviamente um problema de todos. Mas, ao mesmo tempo, com um motor congelado, não queremos tirar oportunidades a ninguém. Mas isso tem de ser feito de uma forma meritocrática. E, para isso, temos uma regra nos regulamentos das unidades de potência de 2026 que prevê que, se uma unidade de potência ficar 3% abaixo da unidade de potência de topo, as equipas deve sentar-se de boa-fé e debater o que pode ser feito. E assim que tivermos um entendimento comum sobre o que é a falta de desempenho, devemos discutir quantas horas de no banco de testes e jokers [de desenvolvimento] podem ser dados. E isso é algo que devemos debater. Mas mexer em qualquer tipo de fluxo de combustível, ou BOP, é uma catástrofe e uma declaração de falência para a F1. Não se deve sequer falar sobre isso”.














