Ninguém esperaria no início deste ano ver Kevin Magnussen de regresso à F1 em 2022, mas o mundo em que vivemos mudou muito nas últimas semanas, assim como as circunstâncias de alguns pilotos. Nikita Mazepin passou a ser carta fora do baralho e Magnussen, que tinha tudo planeado a médio prazo, com a sua carreira nos protótipos bem encaminhada (contrato assinado com a Peugeot), rasgou tudo e regressou à Haas, com um contrato válido por várias épocas, esquecendo a promessa que tinha feito publicamente de nunca mais voltar, a não ser que fosse para um projeto claramente vencedor.
O gosto pela F1 falou mais alto e a Haas está agora numa fase diferente do que quando o dinamarquês saiu da equipa. O monolugar tem potencial, Gene Haas parece mais disposto em investir e a F1 caminha para uma competição em que as diferenças são menores. É um regresso que se saúda, pois Magnussen é claramente um excelente piloto e é um reforço de peso para a equipa que fica incomparavelmente mais forte agora com a experiência e o talento de Magnussen, que será uma boa referência para Mick Schumacher. Há males que vêm por bem.











