Há quem diga que ‘mild hybrid’ já são os atuais Rally1, pois têm tecnologia que existe há longo tempo na indústria automóvel, mas pelos vistos ainda há mais ‘mild’ para usar, que volta a ser hipótese a médio prazo para os Rally2.
Já esteve previsto, mas a pandemia tudo atrasou. Uma proposta da FIA para um sistema de arranque/gerador de baixa voltagem de 48 volts a ser acrescentado aos veículos do Rally2 a partir de 2023 não foi implementada, tendo os fabricantes existentes preferido concentrar-se na adopção de combustíveis sustentáveis, mas pelos vistos isso pode mudar a curto prazo.
Em declarações ao Dirtfish, Julien Moncet, da Hyundai Motorsport, disse que os Rally2 precisam também de ser híbridos, mas tratando-se de carros cliente é preciso haver muito cuidado por causa dos preços.
A verdade é que há fabricantes que não produzem atualmente Rally2 já revelaram que terão programas de clientes caso sejam introduzidas regras híbridas. É o caso da Opel. A Renault tem dito ‘nim’ mas Benoît Nogier, responsável por essa área na Renault já disse que era caso para pensar, caso os regulamentos contemplem híbridos.
E inevitável que os Rally2 terão de seguir a indústria, e Robert Reid, atual vice-presidente do desporto da FIA, admite “híbrido suave” para os Rally2, mas tudo deve começar com os combustíveis sustentáveis.












