A Honda investiu bastante para que a sua unidade motriz conseguisse fazer frente à Mercedes e permitir à Red Bull estar na luta pelo campeonato de construtores e Max Verstappen conquistar o título de pilotos. Os japoneses decidiram sair da Fórmula 1, mas as unidades motrizes da Red Bull – que adquiriu a propriedade intelectual à Honda – ainda serão produzidas e montadas em Sakura, até que os britânicos tenham capacidade de as construir sozinhos.
Tomek Young da ExxonMobil, parceiro da Honda e da Red Bull na área do combustível e óleo, disse em entrevista ao RacingNews365.com, que os japoneses quase redesenhou o motor do zero, depois de terem começado com o pé esquerdo no regresso à Fórmula 1.
“Para 2021, a decisão foi tomada pela Honda de reengenharia do motor; não começaram do zero, mas perto disso. Voltaram à mesa de desenho. Analisaram o tamanho do motor, colocação das válvulas, pesos dos componentes, formas internas – muita coisa mudou”, explicou Young. Quanto ao que a ExxonMobil necessitou de fazer, depois de uma alteração de grande importância da unidade motriz, Young afirmou que: “Estivemos juntos, criando e experimentando óleos e combustível, para ver o que funcionaria no design mais recente. Mas a Honda colocou tudo o que tinham na unidade motriz de 2021”.
Um esforço que permitiu no final da época, a Honda voltar a celebrar uma vitória “sua” na Fórmula 1.











