O calendário de 2022 da Fórmula 1 é composto por 23 corridas, o maior de sempre. No entanto, o regulamento permite mais, não significando que os envolvidos no campeonato queiram chegar ao máximo permitido. O CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, avisou já que são muitos os países e circuitos interessados em fazer parte do calendário, numa altura em que a disciplina parece saudável em todos os aspetos: financeiro, desportivo e de atração de novos adeptos. Mas quanto precisam de investir os circuitos que já fazem parte da F1?
Nas contas da publicação RacingNews.com, os mais recentes organizadores, Qatar (que recebeu a F1 em 2021, mas só volta a organizar um GP em 2023), Arábia Saudita, para além do Azerbaijão, são os que mais pagam para receber a competição. Pelas contas daquela publicação, pagam 55 milhões de dólares cada um dos promotores, seguidos de perto pelos 50 milhões de dólares pagos por China (que regressa ao calendário em 2023) e Rússia.
No outro extremo, Mónaco é o circuito que menos paga – 15 milhões de dólares – mas estão em renegociação de contrato, seguido de Imola que paga 20 milhões de dólares e Spa-Francorchamps, que negoceia novo contrato, e Paul Ricard (ambos pagam 22 milhões de dólares).
| Circuitos | Valor (milhões de dólares) |
| Mónaco | 15 |
| Imola | 20 |
| Paul Ricard | 22 |
| Spa Francorchamps | 22 |
| Barcelona | 25 |
| Red Bull Ring | 25 |
| Silverstone | 25 |
| Monza | 25 |
| Suzuka | 25 |
| Hermanos Rodriguez | 25 |
| Circuito das Américas | 25 |
| Interlagos | 25 |
| Montreal | 30 |
| Zandvoort | 32 |
| Albert Park | 35 |
| Marina Bay | 35 |
| Hungaroring | 40 |
| Yas Marina | 40 |
| Sakhir | 45 |
| Sochi | 50 |
| Xangai | 50 |
| Jidá | 55 |
| Baku | 55 |
| Losail | 55 |
| Miami | sem dados |










