João Barbosa é um dos maiores nomes do desporto motorizado nacional, embora a sua carreira possa passar ao lado de muitos fãs dos motores. Numa entrevista ao AutoSport, Barbosa falou da situação atual, da mudança de equipa, recordou alguns episódios do passado e deixou desejos para o futuro.
A impaciência que se vive na sociedade geral, também é sentida nas corridas. Promotores, equipas, pilotos e todos os envolvidos querem regressar à acção o mais depressa possível:
“Há vontade de voltar o mais rapidamente possível, mas sempre dentro das condições de seguranças para equipas e espetadores. Falam-se de várias opções e fala-se que a primeira corrida poderá ser no final de junho. Infelizmente a primeira corrida deverá ser no estado de Nova Iorque, apesar de ser ainda longe da cidade. Mas poderá ser afetada por estar inserida nessa zona. Fala-se também da possibilidade de fazer corridas sem público, ou de fazer corridas com público, mas sem acesso aos paddocks. Há varias opções em cima da mesa.”
O regresso à competição não assusta, com confiança nos responsáveis da competição, e com alguma tristeza se o público não puder estar presente:
“O regresso será daqui a dois meses, mais ou menos. Nessa altura creio que me sentirei confortável para regressar. O ambiente e a relação com as pessoas será diferente. A interação com as pessoas da equipa e com o público será forçosamente diferente e um pouco estranho. Mas se eles acharem que o pior já passou e considerassem que há condições para termos corridas, não vou ter problema nenhum. Não ter público deixa me triste pois o IMSA tem um público muito fiel e que apoia muito as equipas e os pilotos. O acesso que o IMSA permite aos fãs é muito grande e os fãs estão com muita vontade que o desporto regresse o mais depressa possível.”
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