F1: Os factos por detrás do Halo
Por Nuno Barreto Costa a 3 Agosto 2017 14:22
Antes do Grande Prémio da Hungria, Charlie Whiting, o diretor de prova, e Laurent Mekies, o responsável de segurança da FIA para a F1, detalharam o trabalho de desenvolvimento resultado dos dados que levaram à escolha do halo como solução para proteger o cockpit dos monolugares que entrará em vigor a partir de 2018.
A palavra a Mekies e Whiting
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Speedway
3 Agosto, 2017 at 17:43
Triste e talvez sinistra gente esta que dirige a chamada FIA.
O desporto só tinha a lucrar se esta instituição acabasse.
As marcas de automóveis é que deveriam organizar as corridas e os campeonatos, tão simples quanto isso.
Mas isso era num mundo ideal. É a minha opinião.
gearless02
4 Agosto, 2017 at 10:11
Só de olhar e ouvir este francês, com o típico sotaque a falar inglês, até arrepia…
anotheruser
6 Agosto, 2017 at 19:59
Minuto 10:45′: o halo aguenta 15x o peso do carro, mas num acidente como o do Alonso ou do Kubitza esse limite de carga sobre o halo seria ultrapassado.
O halo não tem só de aguentar o impacto de uma roda de 10kg a 225Km/h. Tem também de aguentar o impacto contra o solo (ou outra objecto fixo) de uma massa de mais 730Kg a 225km/h (a energia envolvida é um “bocadinho” maior. Basta calcular Ec=1/2.m.v2). E a verdade é que o halo não aguenta porque o resultado é “neutral” para o acidente do Bianchi.
O halo irá partir em acidentes como os do Alonso ou do Kubitza.
Mas para que servem os dois cabos de aramida que prendem cada roda ao carro? Há quantos anos não se vêm rodas a voar numa pista? Neste momento os únicos que arriscam levar com uma roda são os mecânicos na via das boxes, e a esses pouca diferença faz ter ou não o halo.
Minuto 20:26′ treta: o centro de massa de um F1 fica atrás do piloto. Por isso quando virado ao contrário o carro vai ficar apoiado na entrada de ar do motor e no topo do halo. Fica menos espaço para o piloto sair e não mais como diz o Merkies.
Habilmente não mencionaram que contributo teria no acidente do Wehrlein: na verdade ele continuaria a ter ficado preso no carro.
Ainda bem que não chovem objectos de cima para baixo… seria um sarilho.