Antes do Grande Prémio da Hungria, Charlie Whiting, o diretor de prova, e Laurent Mekies, o responsável de segurança da FIA para a F1, detalharam o trabalho de desenvolvimento resultado dos dados que levaram à escolha do halo como solução para proteger o cockpit dos monolugares que entrará em vigor a partir de 2018.
A palavra a Mekies e Whiting










Triste e talvez sinistra gente esta que dirige a chamada FIA.
O desporto só tinha a lucrar se esta instituição acabasse.
As marcas de automóveis é que deveriam organizar as corridas e os campeonatos, tão simples quanto isso.
Mas isso era num mundo ideal. É a minha opinião.
Só de olhar e ouvir este francês, com o típico sotaque a falar inglês, até arrepia…
Minuto 10:45′: o halo aguenta 15x o peso do carro, mas num acidente como o do Alonso ou do Kubitza esse limite de carga sobre o halo seria ultrapassado. O halo não tem só de aguentar o impacto de uma roda de 10kg a 225Km/h. Tem também de aguentar o impacto contra o solo (ou outra objecto fixo) de uma massa de mais 730Kg a 225km/h (a energia envolvida é um “bocadinho” maior. Basta calcular Ec=1/2.m.v2). E a verdade é que o halo não aguenta porque o resultado é “neutral” para o acidente do Bianchi. O halo irá partir em… Ler mais »