Lance Stroll afirmou que não se pode deixar abater pela série de abandonos nos três primeiros grandes prémios da sua ainda curta carreira na Fórmula 1. Na Austrália o mais jovem piloto da grelha foi obrigado a ‘encostar’ devido a problemas de travões, enquanto que na China e no Bahrein teve de desistir na sequência de acidentes.
A Williams está desejosa que Stroll comece a concluir corridas e nos pontos, como forma de relançar a sua campanha no Campeonato do Mundo de Construtores. O jovem canadiano tem de ‘dar a volta por cima’, em vez de se irritar com o que lhe aconteceu, de modo a concentrar-se em fazer melhor o seu trabalho da próxima vez. “É frustrante, mas não tenho outra escolha – tenho de esquecer. Não há nada que possa fazer em relação ao que me aconteceu. Tenho apenas que me concentrar e ‘dar a volta’”, admitiu Stroll.
“A (F1) é 90 por cento mental. E se não somos mentalmente capazes de ultrapassar as coisas então estamos no desporto errado. Seria bastante ridículo se agora fosse desistir ao fim de apenas três corridas na F1”, reconhece Lance Stroll. “Tive apenas falta de sorte. Em relação aos problemas de travões na Austrália não havia nada que pudesse fazer. Na China foi apenas uma daquelas coisas que acontecem nas corridas e no Bahrein foi muito azar. Tão simples quanto isso”, analisa o jovem canadiano.
“Mas não posso discutir isso, não posso olhar para isso de uma forma negativa. Temos que ver o lado melhor. Há muitas coisas positivas a retirar das primeiras corrida e coisas onde há que melhorar, pois isso sei que estou a melhorar a cada corrida”, reconhece Stroll. “Ainda há uma longa temporada pela frente, e ainda nem sequer competimos na Europa, que deverá ser mais fácil para mim, pois tratam-se de pistas onde já corri noutras disciplinas. Mas agora estou concentrado em fazer uma corrida de cada vez, frustrado pelo que aconteceu no domingo, mas sem estar sempre a pensar nisso”, rematou o piloto da Williams.








