Os recentes testes realizados quer com a Ferrari em Fiorano, quer em Barcelona com a Sauber, aumentaram as expetativas de Antonio Giovinazzi se tornar no próximo piloto italiano a singrar na Fórmula 1. O piloto de 23 anos, que em 2016 foi vice-campeão na GP2 Series desempenha o papel de ‘reserva’ na equipa de Maranello, e por acordo desta substituiu o lesionado Pascal Wehrlein na Sauber em parte dos primeiros quatro dias de ensaios de 2017
Desde 2011 que não há um piloto italiano numa grelha de partida de um grande prémio de F1, e Giovinazzi não tem dúvidas que isso é uma lacuna que convém colmatar a breve prazo, esperando que seja ele a fazê-lo. “Penso que faz falta um piloto italiano. Mas o facto de eu já ser terceiro piloto e ter testado em Barcelona é um bom ponto de partido. Agora é preciso trabalhar bastante para me ajudarem a atingir o meu objetivo que é, como para todos os pilotos, um dia correr na Fórmula 1”, assume Giovinazzi.
O piloto transalpino admite que a atual situação económica em Itália não o ajuda, mas está pronto a fazer tudo para que um dia tal se concretize e ele possa ser o sucessor de Vitantonio Liuzzi e Jarno Trulli, que deixaram de fazer parte do ‘Grande Circo’ em 2011, ainda que a presença italiana na F1 se faça sentir noutras esferas como nas equipas, com a Ferrari e a Toro Rosso, com o fornecedor de chassis à Haas, Dallara, e ainda com o fornecedor exclusivo de pneus da disciplina, a Pirelli.











