Kevin Magnussen aproveitou bem o facto dos patrocinadores de Pastor Maldonado terem deixado de pagar os valores acordados. Tendo em conta que no primeiro ano de regresso como equipa oficial à F1, a Renault dificilmente irá lutar pelos primeiros lugares, já que há que reconstruir toda a equipa, por isso, seria muito pouco provável que os franceses quisessem já investir em pilotos de ponta. Assim sendo, os cerca de 40 milhões de dólares de apoios da PDVSA eram muito importantes para o orçamento dos franceses, para além de que Pastor Maldonado não sendo um piloto de ponta, é experiente e poderia ajudar neste primeiro ano.
Mas como é logico, em condições iguais nunca seria uma primeira escolha, e sem o ‘dote’, depressa perdeu o lugar, como se sabe agora, para Kevin Magnussen. O dinamarquês estava a preparar-se para regressar com a Manor Racing, pois tem bons apoios de patrocinadores dinamarqueses, mas agora esse lugar fica em aberto e os candidatos são muitos. Alexander Rossi, Will Stevens e Rio Haryanto. Pascal Wehrlein é outra história. Segunda rezam as crónicas, o alemão está a preparar-se para ir para a Williams em 2017, para o lugar de Felipe Massa ou de Valtteri Bottas, que termina o seu contrato e tem vários ‘tubarões’ atrás de si. Será a equipa ideal para o alemão evoluir na F1 antes de poder chegar à equipa principal, lá para 2019. Quanto à Manor, tem que decidir entre o mercado norte-americano (Alexander Rossi), asiático (Rio Haryanto) ou… a Mercedes, que vê com bons olhos ter já Pascal Wehrlein na F1 em 2016. Portanto, movimentações muito interessantes estão para acontecer nos próximos tempos…











