Nesta participação no IRC, que não tem continuidade assegurada, o piloto de Lisboa terá a seu lado Carlos Magalhães que, sem qualquer compromisso no WRC na altura, volta a ditar as notas de andamento a um piloto que navegou entre 2007 e 2010. Apesar de toda a logística ser da Delta, a operação deverá ser controlada por Carlos Barros, antigo dirigente da equipa oficial portuguesa com larga experiência no modelo utilizado e com a equipa.
Numa prova em que Jan Kopecky estará ausente, Magalhães terá pela frente dois adversários de respeito como Juho Hanninen e Andreas Mikkelsen que não só tripularão carros mais atuais como dispõem de maior ritmo competitivo pois, recorde-se, Magalhães já não guia um veículo de competição desde setembro, quando alinhou em Sanremo. Para além disso, o português já não conduz em terra desde exatamente o Sata Rali Açores de 2011.











