2022 foi um ano complicado para o promotor da Taça do Mundo de Carros de Turismo (WTCR) da FIA. Depois das críticas do Presidente do Município de Vila Real durante a ronda nacional desta competição, que exigiu mais da Discovery Events, a Lynk & Co retirou todos os seus carros de pista depois da volta de formação da ronda italiana em Vallelunga, terminando a sua participação da competição ainda antes da jornada seguinte em Anneau Du Rhin em França. A estrutura, que se apresentou com 5 carros no início de temporada, queixou-se muito da falta de segurança dos pneus do fornecedor exclusivo Goodyear, o que os levou a posição de desistir da competição.
Aumentando a pressão sobre o promotor, as rondas asiáticas do WTCR – China, Macau e Coreia do Sul – voltaram a não se realizar, levando muito tempo para serem substituídas. Bahrein e Arábia Saudita acabaram por serem anunciadas para terminar o ano e ao mesmo tempo, o promotor decidiu terminar com o WTCR nos atuais moldes, optando por um novo formato, ainda pouco claro, mas perdeu-se uma competição que foi interessante no seu arranque.
Em pista, Mikel Azcona (Hyundai) venceu a Taça do Mundo, assim como a sua equipa BRC Hyundai N Squadra Corse, enquanto Robert Huff foi o mais forte no WTCR Trophy, a competição para pilotos sem qualquer apoio das marcas oficiais.












