Há muito tempo que o Brasil procura um digno sucessor dos seus campeões dos anos 80/90. E apesar do muito talento que tem saído das Terras de Vera Cruz, a busca pelo próximo campeão do mundo de F1 brasileiro mantém-se. No entanto, o sucesso nas categorias de iniciação tem acontecido com alguma regularidade e Felipe Drugovich é o mais recente nome a entrar para a ilustre lista dos campeões de F2, a antecâmara da F1.
Drugovich começou a época muito forte, com quatro vitórias e um pódio nas primeiras dez corridas. Seguiu-se uma fase em que o brasileiro começou a jogar com cabeça e a apostar na regularidade. Foi presença regular no top 10 e apenas por 8 vezes (em 26 corridas) terminou fora do top5. Théo Pourchaire foi o mais forte adversário, mas o jovem francês foi mais irregular ficou a 101 pontos do talento brasileiro que será piloto de testes e de reserva da Aston Martin. Destaque também para Liam Lawson, que fez uma época mais interessante, apesar de alguns azares e Logan Sargeant, que conseguiu um lugar na F1, sendo piloto da Williams para 2023, após terminar em quarto classificado. Há muito talento na F2 e a F1 tem uma bela mina de pequenos diamantes que poderão brilhar muito no futuro.












