Lourenço Beirão da Veiga vai ter a seu lado este ano no GT Open, António Félix da Costa ou Tiago Monteiro. Uma excelente companhia para um piloto que sobe mais um degrau na sua carreira:
Que objetivos tens para este projeto com o BMW M6 GT3?
Vou exigir a mim mesmo o que exijo sempre, apesar da dimensão do projeto, a entrega será, como sempre, total e a vontade de querer mais e melhor. Só assim consigo agradecer e manter a confiança do Team Costa Campos Racing. Quanto a objetivos no GT Open, passa sempre por tentar lutar por vitórias e pódios e assegurar o crescimento da equipa. A fasquia está alta e os adversários são fortes, mas acredito que é possível lutarmos e só assim faz sentido lá estar. Não queremos ser apenas “mais um carro”.
O que significa para ti teres ao teu lado dois pilotos como o Tiago e o António?
Responsabilidade acrescida não diria, mas sim mais um fator de motivação! Acaba por ser uma garantia de que temos uma equipa muito forte, e para mim pessoalmente um grande prazer ter dois grande pilotos, que também são amigos, ao meu lado. Acho que nos completamos muito bem. Puxamos uns pelos outros tentando subir o nível da equipa. O facto de a equipa ter ido buscar dois pilotos de fábrica é uma garantia.
Como tem sido a adaptação com o carro?
A adaptação correu mesmo muito bem! Senti-me confortável no carro desde o início e o ritmo foi muito positivo, andei muito próximo do António, o que me deixou muito otimista. Os testes foram importantes mas ainda há trabalho a fazer. É um carro diferente do que tenho competido e que não é um fácil de guiar, principalmente na fase final da corrida com os pneus mais desgastados. É nesta fase que tenho que adaptar e concentrar mais a minha condução de forma a manter um bom ritmo durante todo o meu turno.








