A maior competição de monolugares dos EUA está determinada em introduzir soluções com vista à proteção dos cockpits no próximo ano. Um acidente na volta 42 da recente Firestone 600 alertou novamente para o(s) problema(s) de correr em ovais, e apesar dos avanços efetuados nos últimos anos após as mortes de Dan Wheldon e Justin Wilson, o organismo que titula a Indycar mantém-se atento a novos modelos que possuam atenuar o impacto dos acidentes, além de barreiras e kits aerodinâmicos.
Em entrevista ao motorsport.com, Bill Pappas confirmou que estão a dedicar toda a sua energia na forma correta de “aumentar substancialmente” a proteção do cockpit. “Esperamos encontrar algo até ao final do ano. O acidente de Josef Newgarden apenas reforça o quão importante é”, revelou, acrescentando depois que o mais provável será algo na forma do ‘Aeroscreen’, como o testado recentemente pela Red Bull, ao invés do ‘Halo’ defendido pela Mercedes e Ferrari, solução que a Fórmula 1 irá adotar no próximo ano.
“Neste momento estamos mais inclinados para um ecrã”, assegurou, confirmando logo a seguir na mesma entrevista que a ideia é introduzi-lo em 2017. “Sim, é essa a ideia”.











Portanto, querem proteger a cabeça do piloto com o aeroscreen, mas continuam a correr em ovais com os muros completamente desprotegidos… Enfim, americanos.
Caro, também não gosto de ovais, porque privilegiam o espectáculo em vez da habilidade de condução, mas dizer que os muros estão logo ali também não é correcto de há uns anos para cá, os muros foram revestidos com umas barreiras detinadas a absorver parte do impacto. SAFER, Steel and Foam Energy Reduction Barrier
https://en.m.wikipedia.org/wiki/SAFER_barrier
O problema não é os muros. É as peças a voarem pelo ar e irem acertar no capacete dos pilotos.
Colocarem Aeroscreen no Indycar compreende-se, pelo menos nos ovais. Agora na F1, não faz sentido nenhum, nem isto nem o halo.
Acho que o Massa é capaz de discordar da sua opinião!