A Ferrari não equaciona um envolvimento no Campeonato FIA de Fórmula 1 nos tempos mais próximos.
Outros construtores da automóveis como a Renault, a Audi, DS e Jaguar estão envolvidos na primeira competição de monolugares elétricos. BMW e Mercedes deverão seguir-se-lhes mas a Ferrai não o fará para já.
Um dos argumentos da marca do Cavallino Rampante é de que só faz sentido aderir à Fórmula E quando a tecnologia por detrás destes carros melhorar.
Toto Wolff considera a disciplina “muito relevante no futuro” e por isso se justifica a entrada da Mercedes em 2020, mas o CEO da Ferrari não está assim tão convencido.
“A Fórmula E atualmente demonstra uma tecnologia que na pista é menos relevante do que se esperava. O facto de se ter de trocar de carros durante a corrida mostra a sua inutilidade, por causa da duração das baterias. Penso que temos de encontrar uma forma melhor de expressar o interesse na eletrificação da indústria e na Fórmula E”, defendeu Sergio Marchionne.
O responsável pelo Grupo FiatChrysler considera que se tem de continuar a trabalhar no desenvolvimento da tecnologia elétrica, da qual não se deve desistir, de modo “a um dia participar, se os parâmetros forem tais que a Ferrari possa fazer a diferença. Se não, não participará”.










