Começou na Velocidade Motos, foi para o Tourist Trophy na Ilha de Man, Macau, regressou a Portugal onde fez Ralis, Velocidade, TT, Rampas, e agora tornou-se no primeiro português a correr na célebre Rampa de Pikes Peak. Foi segundo da sua categoria, e trouxe muitas histórias para contar. Ouça o Podcast
“sempre tive uma paixão por estas aventuras mais extremas”
“Pikes Peak é difícil treinar, difícil de memorizar…”
“o potencial para o desastre é grande”
“tenho dificuldade em pensar noutro evento com tanta variedade de carros”
“temos que andar com uma garrafa de oxigénio dentro do carro”
“tive de me adaptar à altitude, os reflexos reduzem-se bastante”
“o grande desafio é a rampa, a altitude, e não a luta com outros pilotos”
“olho para o que fiz na Ilha de Man e tenho alguma dificuldade em racionalizar…”
“Ilha de Man não é tão ‘agressivo’ quanto Pikes Peak em termos visuais, mas mentalmente é mais fácil digerir a Ilha de Man do que Pikes Peak…”
“uma das razões que me levou a deixar as motos foi um acidente que tive derivado duma falha mecânica…”
“estou à espera da próxima aventura, ainda estou a pensar no quê, tenho pensado no Dakar mas tenho uma mente dispersa, e dificuldade em pensar estar 15 dias a fazer a mesma coisa”
“ou Dakar, ou outro sítio, para aí, meio maluco…”
“vim das motas, quando passei para os ralis, o desafio foi mais intenso…”











