João Ferreira e David Monteiro lutam este fim de semana pelo título Europeu de Bajas. A Baja da Polónia disputa-se entre os dias 2 de setembro, sexta-feira e 4, domingo.
No 1º dia, um prólogo SS1 com a extensão de 7.5 Km, seguindo-se no sábado, dois setores seletivos, o SS2 e SS3, com 216 Km cada. No domingo o epílogo da prova com dupla passagem por uma curta especial de 26 Km.
O jovem piloto português está “confiante e com vontade de lutar pela vitória” na Baja Polónia, última prova da Taça Europeia de Bajas já que podem ser campeões.
A presença portuguesa completa-se com Filipe Nascimento e João Serôdio, no BRP Can-Am Maverick X3 da PRK, com Soraia Chambel a navegar um piloto espanhol noutro BRP Can-Am Maverick X3.
Pela frente, o piloto luso tem que ultrapassar os três pontos que tem de desvantagem para o piloto local, o polaco Michal Maluszynski que soma 88 pontos face aos 85 de João Ferreira.
quem estava bem posicionado inicialmente com dois pódios nas duas primeiras provas era Pedro Dias da Silva, que não foi à Polónia, pelo menos em competição. A sua equipa a PRK, assiste Filipe Nascimento.
Para João Ferreira e David Monteiro, vão lutar na Polónia com o Michal Maluszynski, apesar do maior conhecimento dele no traçado: “Sem dúvida que o facto de o Michal conhecer melhor o tipo de terreno e de traçado, dificulta-nos um bocado o nosso trabalho, mas apesar disso estamos confiantes e com vontade de lutar pela vitória.
Temos também o shakedown da corrida para nos adaptarmos ao terreno e às condições, o apoio da ARC Sport e da X-Raid que, com o conhecimento que ambos têm, será mais fácil adaptar-me a essas condições”, começou por dizer João Ferreira que tem uma boa ideia do que vai ter pela frente: “A prova costuma ter percursos muito arenosos, num terreno muito idêntico ao da Baja ACP, portanto também já temos alguma experiência nessas condições…”, disse o jovem piloto que tem tido um ano fantástico: “Estamos a lutar pelo lugar mais alto do pódio na Taça Europeia de Bajas, conseguimos vencer a corrida em Itália, fizemos terceiro lugar na Hungria e o sexto lugar na Extremadura. Na Baja Aragón, apesar de não termos conseguido terminar a prova devido a um problema de alternador, conseguimos andar no Top 5 no primeiro Setor Seletivo, o que demonstra que estávamos com um andamento forte. Na Baja TT Dehesa Extremadura estávamos a atacar. Fizemos segundo lugar no prólogo e decidimos partir em primeiro lugar para a etapa, que era muito difícil em termos de navegação.
A poucos quilómetros do fim perdemo-nos, e quando íamos a tentar recuperar o máximo tempo possível, numa curva deixei escorregar o carro, e fomos embater no muro e capotamos. Foi pena…”
Vamos ver como corre, o daqui a três semana, o CPTT: “O balanço do CPTT é incrível, nunca pensei no meu quarto ano neste desporto, segundo ano na categoria T1, a estrear um carro, que estaria a lutar por vitórias em corridas e quem sabe, lutar pelo título de Campeão Nacional. Estamos com três vitórias e um segundo lugar, portanto o balanço é muito positivo…”










