Ricardo Leal dos Santos alcançou hoje a sua melhor posição destes três dias de prova, ao ser 17º, a 23m25s do mais rápido. Com este resultado o piloto da Nissan Navara V8 subiu quatro posições na geral, ocupando agora o 22º lugar dos autos.
Inserido na equipa BAMP – Brasil, Angola, Moçambique e Portugal -, e navegado por Carlos Du Sachs, Leal dos Santos chegou a rodar no 14º lugar, perto do km 240 da especial composta por um total de 284 km.
“Infelizmente fomos mais uma vez forçados a moderar o nosso ritmo, desta vez por causa da suspensão. Há um conjunto de alterações que iremos fazer nos próximos dias e que derivam do facto de nunca, anteriormente, termos rodado com este carro em ritmo de competição. Esta Nissan tem um excelente comportamento geral, mas não vinha com a suspensão afinada para zonas de piso muito mau, como tem sido o caso”, explicou o piloto à chegada a Chilecito.
O piloto afirm ou ainda que “perdemos também algum tempo na fase inicial da corrida. A partir do 20º os concorrentes partem de 30 em 30 segundos. Demorámos algum tempo a libertar-nos de concorrentes mais lentos e fizemos uma dezena de ultrapassagens. Amanhã já não teremos esse handicap e tudo faremos para mantermos no grupo da frente”.
Amanhã o rali entra no Chile e a ligação inicial terá uma passagem a 4800m de altitude. Depois serão 315 quilómetros cronometrados com o setor seletivo a terminar diretamente no bivouac de Copiapó. O traçado da etapa inicia-se em pistas mineiras, às quais se segue o deserto do Atacama, para terminar nas famosas dunas de Copiapó.










