A piloto portuguesa Elisabete Jacinto terminou hoje a primeira etapa do Rali de Marrocos na 10ª posição da classificação conjunta da classe Open, sendo sétima entre os camiões, a36m26s do mais rápido, o Renault de Maarten Van Den Brink.
Porém este início de prova não correu da melhor maneira já que ao km 30 da etapa partiu-se o suporte do amortecedor de direção do MAN TGS, situação que dificultou consideravelmente a pilotagem e condicionou o andamento.
Para a piloto, “a primeira etapa é sempre complicada. Além de ser o dia de adaptação, há ainda o facto de os camiões serem os últimos a partir. Esta situação dificulta-nos muito a vida porque apanhamos muitos concorrentes mais lentos que nós e as ultrapassagens nem sempre são fáceis e hoje algumas delas chegaram mesmo a ser perigosas devido ao pó. Como se não bastasse o suporte do nosso amortecedor de direção partiu logo no início da corrida e tivemos que continuar toda a etapa sem ele e foi um trabalho muito difícil de gerir. Mas, mesmo com todos estes contratempos conseguimos ser o sétimo camião o que é bastante satisfatório tendo em conta a quantidades de excelentes máquinas que estão aqui a competir”, afirmou a portuguesa.
Amanhã cumpre-se a segunda etapa do Rali de Marrocos, na qual a areia e as dunas são presença em boa parte do percurso. A especial, composta por 224 quilómetros cumpridos ao cronómetro, terá a travessia do Oued Draa como o grande desafio do dia.








