Entre a Toyota, Audi, BRX e Mini, três delas têm feito provas bem distintas do que anteviram antes da partida do Dakar. Só mesmo a Toyota está a cumprir os objetivos, todas as outras estão bem abaixo, e por muito…
A prova prometeu nos primeiros dias, pois o equilíbrio manteve-se até à etapa 5 em que estavam quatro pilotos de topo separados por pouco mais de meia hora, mas a etapa 6 virou tudo do avesso, deixando quatro Toyota nos quatro primeiros lugares com Nasser al Attiyah como ‘timoneiro’.
A Audi liderou na etapa 1 e 2 através de Carlos Sainz, na etapa 5 tinha um carro em segundo outro em quarto, a 20 e a 30 minutos do líder, mas ambos ‘ficaram’ na etapa 6. Mattias Ekstrom era quinto na etapa 6 a 1hr46m55s da frente, mas também ele teve que mudar uma suspensão em pleno deserto, e com isso caiu imenso na classificação.
Na BRX, sendo Sébastien Loeb o único capaz de lutar pelos lugares da frente, a etapa 2 foi madrasta para o francês, pois perdeu 1h24m e com isso quase todas as hipóteses de vencer. Há neste momento a uma distância recuperável do pódio, mas mesmo para isso é preciso que pelo menos dois pilotos da Toyota façam o que não fizeram até agora: perder muito tempo.
Os novos Mini T1 Plus não são vistos no Top 10 desde a 1ª etapa. Isso diz tudo do que podem fazer neste momento. O mais bem classificado é Sebastian Halpern, em 14º.








