O inovador formato de uma etapa cronometrada de 48 horas foi estreado, na edição de 2024, com o objetivo de equilibrar, mas também desafiar a resistência das equipas, enquanto percorriam mil quilómetros, em pleno deserto.
É este o desafio que as equipas ainda em prova vão ter pela frente amanhã (domingo) e segunda-feira.
Quando o relógio marcar 17 horas locais, os participantes terão de, obrigatoriamente, parar na mais próxima das seis áreas de descanso existentes no percurso.
A “névoa da guerra” envolverá a cena, com as equipas isoladas do mundo. Há quem vá ficar atento a novas chegadas, há outros que vão especular sobre os atrasos daqueles que não aparecem… Mas nada é certo. Tudo o que resta é aproveitar a experiência de acampar sob o céu estrelado, depois da partilha de um jantar espartano com rivais diretos.
Na manhã seguinte, as ordens de partida serão dadas, ao romper do dia, em cada área de descanso. Embora as dunas não sejam tão assustadoras, as dificuldades vão ser grandes. A maioria dos participantes vai enfrentar cerca de cem quilómetros de dunas todos os dias. Os co-pilotos vão assumir um papel ainda mais importante.












