A dupla Alexandre e Rui Franco terminou a sua participação na Baja TT Cidade Europeia da Cultura – Lolué na oitava posição da classificação geral, depois de um problema com a bateria no Prólogo os ter feito perder bastante tempo, concluindo o dia de sábado na 22º posição.
No entanto, os pilotos do BMW Serie 1 Proto realizaram uma grande prova que, aliada às várias desistências que se foram registando, lhes permitiu minimizar os prejuízos iniciais, concluindo o evento no oitavo lugar da geral, em 15 carros que chegaram ao final.
“Este foi mais um fim-de-semana onde a sorte não esteve do nosso lado. As evoluções feitas no carro deixaram-nos otimistas para a prova, mas a impossibilidade de o testar antes da prova acabou por ao mesmo tempo por nos deixar algo apreensivos”, começou por dizer.
“Na primeira passagem pelo prólogo as coisas até nos saíram relativamente bem, não fosse uma ligeira saída que nos fez perder algum tempo. Ainda assim erámos então os quintos mais rápidos, mas na segunda passagem as coisas acabaram por não correr bem. Depois de um toque a fixação da bateria mexeu-se e o ferro que a segura acabou por fazer ligação entre o pólo positivo e negativo, e a bateria explodiu, com o motor a ‘calar-se’. Apesar de ter sido possível recuperar o carro, perdemos mais de vinte cinco minutos e sabíamos que no segundo dia teríamos que partir na cauda do pelotão e apanhar com o pó dos concorrentes que partiam à nossa frente”, explicou Alexandre Franco.
O piloto acrescentou que “o dia de domingo acabou por correr melhor do que esperávamos, apesar das grandes dificuldades no primeiro sector. No segundo e no terceiro sectores já tivemos que passar menos carros e em jeito de brincadeira até podemos dizer que fomos uns verdadeiros repórteres da corrida, pois apenas não passamos os três primeiros da geral. Desta forma, concluímos com o quarto melhor crono no derradeiro sector e recuperámos quinze posições, vindo a terminar a prova no oitavo lugar da geral. O balanço ainda assim é positivo, pois somámos mais quilómetros com o carro e parece que os problemas das duas provas anteriores estão ultrapassados. Agora há que continuar a trabalhar para estar em bom nível dentro de três semanas em Proença-a-Nova”.










