Ricardo Teodósio (Citroën C3 Rally2) terminou o Rali da Madeira na sétima posição da geral e no quarto lugar do Campeonato de Portugal de Ralis. O piloto algarvio procurou extrair o máximo partido do pacote técnico disponível, mantendo-se regular mesmo face às adversidades da prova insular e focando-se em assegurar pontos preciosos para o campeonato.
Ainda sem estar totalmente bem ligado à nova máquina, a sua prestação pautou-se por uma condução cautelosa, refletida ao longo das várias especiais da prova. Na PEC3, o piloto assumiu posições intermédias no top 10 após a aplicação dos tempos nominais da manhã. Posteriormente, na PEC7, cedeu a posição transitoriamente para Pedro Almeida numa fase de intensa discussão ao segundo, vendo a desvantagem dilatar-se para mais de nove segundos na PEC11, já não conseguindo chegar ao piloto da Toyota: “Não foi mau, mas podia ter sido melhor. Ainda andamos a aprender as afinações do carro, hoje de tarde mudamos, fizemos um setup diferente. O carro ficou melhor, mais fácil de conduzir, mas os tempos não melhoraram nada por aí além, inclusive na Ponta do Pargo fizemos rigorosamente o mesmo tempo, mas o feeling, curiosamente, foi muito melhor.”
O piloto destacou ainda a evolução das sensações a bordo e a conquista de pontos na derradeira fase: “E esse feeling ser muito melhor dá-me mais à vontade para atacar no troço a seguir, foi o que aconteceu e tiramos seis segundos ao tempo que tínhamos feito na passagem anterior. Fizemos terceiro para os portugueses na Power Stage, um pontinho, o que é bom. Saio satisfeito do Rali da Madeira, mas seria melhor se tivesse chegado no pódio.”









