Principal plataforma de apoio do WRC, o WRC2 tem no Vodafone Rally de Portugal máxima expressão ou não tivesse atraído a atenção de 20 equipas, um número recorde este ano. O pelotão junta nada mais nada menos que 16 Ford Fiesta (em três das suas quatro principais configurações – RRC, R5 e S2000), mas também um MINI JCW RRC e três menos competitivos Mitsubishi Lancer Evo X adstritos à sub-categoria da Prodution Cup.
Com duas vitórias em três provas Yuri Protasov (Monte Carlo e México) reúne natural favoritismo à vitória com o seu Fiesta R5 mas, ao contrário do que sucedeu nas três primeiras provas disputadas, o ucraniano vai ter que suar para bater nomes bem experientes deste e de outros campeonatos. No topo da lista de pilotos que prometem fazer a vida negra ao líder do campeonato aparece Nasser Al-Attiyah (Fiesta RRC), mas o vencedor da Suécia, Karl Krudda, (Fiesta S2000), o sempre rápido Jari Ketomaa (Fiesta R5), o campeão de Produção de 2013, Nicolas Fuchs (Fiesta R5), a estrela sueca Pontus Tidemand (Fiesta R5) e o vice-campeão do WRC2, Abdulaziz Al-Kuwari (Fiesta RRC) são uma armada de peso e que impõe respeito a qualquer piloto.
À impressionante lista de favoritos há que juntar também o português Bernardo Sousa que, num Fiesta RRC, inicia no Vodafone Rally de Portugal o seu programa do WRC2 e que dificilmente encontrará melhor oportunidade para brilhar nesta competição do que começar por surpreender os seus adversários em casa. Contudo, o madeirense não deixa de destacar que “face à qualidade dos inscritos será difícil lutar pela vitória e terei que saber gerir a mecânica pois o rali é muito exigente a esse nível”.









