O novo sistema de ordem de partida que, em 2014, substitui o Qualifying Stage, poderá ter um papel decisivo no escalonamento da tabela classificativa final. As novas regras não tem uma perceção fácil de compreender para quem não está totalmente dentro do ambiente do WRC mas provaram já no último Rali do México que ajudam a alimentar a emoção do rali. O sistema prevê que no primeiro dia de prova (neste caso, o primeiro dia é considerado o dia da Super Especial de Lisboa mais a primeira etapa) o primeiro piloto a partir para a estrada seja o líder do campeonato.
Isto significa que Sébastien Ogier partirá, teoricamente, em desvantagem pelo menos na primeira ronda pelos troços de Silves, Ourique e Almodôvar por ter que ‘limpar’ a estrada mas que, a partir daí, poderá ter a vida mais facilitada para confirmar o seu favoritismo à vitória final. Todavia, no segundo dia de prova (sábado) as regras da ordem de partida são já diferentes e o escalonamento passa a ser feito pela ordem inversa da classificação entre os Pilotos P1 e P2 (de Prioridade 1 e Prioridade 2), o mesmo se passando depois com a ordem de partida do Dia 3, que volta a ser invertida face à classificação do Dia 2. De resto, nos Dia 2 e Dia 3 as equipas terão que ter de prevenção os seus serviços de meteorologia pois a ameaça ou queda efetiva de chuva para o dia seguinte pode transformar uma situação de desvantagem numa de vantagem (basta que chova bastante e que em saia mais atrás os apanhe em estado já mais degradado).







