Num rali que correu muito mal à Hyundai, Thierry Neuville salvou a honra do convento com o terceiro lugar.
Thierry, um fim-de-semana misto?
“Sim, não consegui inicialmente ter uma boa sensação no carro e esforcei-me por encontrar um pouco mais de velocidade. Estava concentrado em conseguir que o carro fosse mais rápido e mais ao meu estilo e, nas segundas passagens, havia boa velocidade, mas nas primeiras, esforcei-me muito. Infelizmente para mim, o Elfyn também foi capaz de ganhar velocidade. Estava impotente e apercebi-me que tinha de ir forte para a Power Stage”.
O que pode a equipa fazer pelo carro para a próxima ronda, o Safari?
“Não sei. Obviamente, em Portugal, o carro funcionou bem. Fizemos vários testes e esperámos obter imediatamente os ajustes certos. O Safari vai ser uma nova e interessante aventura para todos nós. Será um evento realmente desafiante. Estou ansioso por esse desafio”.
Estás preocupado com a fragilidade do carro depois do problema de Ott?
“Não. Se olhares para trás e vires o tamanho da pedra em que ele bateu, penso que nenhum desses carros poderia resistir a isso. É verdade que talvez lutemos um pouco mais do que a Toyota em pequenos danos, talvez isso seja algo a ver, mas agora a equipa tem que ter mais em atenção o carro novo, e sabemos o que temos de ‘resolver’ para sermos fortes com o carro novo”.












