Sébastien Ogier arranca para as duas últimas provas do WRC sete pontos atrás do líder, Thierry Neuville, e depois da vitória, muito necessária, no País de Gales, está novamente mais próximo da liderança do campeonato. O francês já venceu três vezes na Catalunha, pelo que o objetivo é vencer de novo, já que com sete pontos a menos que Neuville, está nas suas mãos chegar ao título:
“Foi uma vitória necessária, em Gales, pois estávamos um pouco longe demais e por isso tudo mudou um pouco: no começo da prova as coisas não pareciam bem, mas eu nunca desisti, continuei a lutar, e conseguimos a vitória, devido ao problema do Ott (Tanak). É bom estar de volta ao ‘jogo’, mas a estratégia é a mesma. Espero uma luta intensa, não podemos relaxar e não podemos ver o que os nossos adversários estão a fazer, pelo que temos que atacar. A terra aqui é desafiadora, e o clima parece complicado este fim de semana. Sabemos que o asfalto seco é liso, mas se tivermos chuva forte, tudo pode mudar. É uma situação complicada, claro, mas traz oportunidades… também de cometer erros! Estou ansioso pela prova…”, disse. Sentindo a pressão? “Eu vejo isso mais como emoção do que pressão. A pressão está sempre presente, faz parte do trabalho, e eu preciso dessa pressão para dar o melhor. Tive muita pressão no início da minha carreira, quando lutava para mostrar que merecia estar aqui e garantir meu futuro. O primeiro título veio com grande pressão, mas depois de algum tempo, tornamos-nos mais relaxados. Mas a pressão está lá sempre”.
Quanto ao traçado, Ogier entende que o dia de sexta-feira vai ser muito importante para si. O troço de 38 quilómetros, anteriormente conhecido como Terra Alta, agora é feito ao contrário, tem algumas novas secções, mas será que essa mudança afeta o ritmo do troço?Quão importante é sexta-feira? “Há muitas zonas novas e esquecemos como essa estrada é complicada. É muito estreita, tem muitas valas, a suspensão trabalha muito e tem também muitas pedras. Nesta prova, o asfalto é provavelmente a parte mais fácil, mas gostei desta secção o ano passado e provavelmente vou precisar dela. No papel, esta é a fase mais desafiadora do rali…”, concluiu Oiger.










