Sébastien Loeb regressa ao Quénia 20 anos depois. O nove vezes Campeão do Mundo de Ralis regressa à equipa naquela que será a sua terceira presença ao volante de um Ford Puma Hybrid Rally1 este ano. Loeb regressa ao Quénia 20 anos depois da sua única experiência no Safari, ano em que alcançou o 5º lugar da classificação geral. Desde esse ano, o piloto francês bateu todos os recordes desta modalidade, somando nove títulos mundiais consecutivos.
Embora a extensão do percurso do Safari de 2002 tenha sido três vezes superior à deste ano, as especiais continuam a ser muito duras, tal como a própria determinação de Loeb.
E a sua forma não diminuiu com o tempo, algo demonstrado no passado Rali de Monte-Carlo, onde Loeb, ao volante de um Puma, aumentou para 80 o seu recorde de vitórias no WRC. Na sua última saída com a equipa, no Rali de Portugal, estabeleceu um forte ritmo que o levou a liderar a prova, antes de abandonar devido a um problema de motor, isto depois de ter batido e arrancado uma roda, antes.
Curiosamente e de acordo com o que revelou ao Dirtfish, Loeb teve que mudar algumas das suas notas, porque vai deparar com obstáculos que nunca teve nas duas décadas de carreira para lá do Safari em 2002.
“Tivemos de improvisar alguns termos novos a usar para descrever, porque vemos algumas coisas que temos de descrever e que nunca tivemos no passado”, disse Loeb à DirtFish: “Há obstáculos que simplesmente não existem noutras rondas do WRC, por exemplo ‘areia profunda’ ou ‘big Step’. ‘step 2’ ou ‘step 5’ ou nível diferente de rugosidade da estrada”, explicou Loeb. “É difícil de julgar e difícil de descrever”.









