O calor foi um problema para as equipas no Rali da Sardenha, o facto do tempo não ter aquecido tanto quanto se esperava ajudou um pouco, mas as queixas existiram porque as equipas não tiveram tempo para resolver bem a questão, tiveram que usar ‘esquemas’ permitidos pela FIA: “Estes carros são como um forno. Por dentro, foi “bem passado” demais, definitivamente. Estavamos bem cozinhados….” começou por dizer Ott Tanak.
Para Craig Breen: “Se perguntarem ao Paul (Nagle), definitivamente bem passado. Tive pena do Paul e de todos os navegadores pois a forma como o sistema de escape está nos carros novos é como estar embrulhado num cobertor num dia quente. Foi incrivelmente duro. Conseguimos fazê-lo, mas houve várias vezes em que o ar que entrava no carro e tornava-o ainda mais quente. Foi um desafio e tanto”, disse o irlandês.
Já para Dani Sordo em Portugal foi pior: “Não houve sol sempre, mas para mim o pior foi Portugal. A certa altura estava ventoso e punha-se um pouco de água que já vinha quente. Felizmente, aqui não havia sempre sol. Tivemos sorte.”










