Outro dos pontos que os pilotos já começam a contestar tem a ver com o que dizem ser itinerários e horários excessivos. Quem ler isto e souber como eram os ralis nos anos 80, ou antes, não vai deixar de dar uma valente gargalhada, pois o que se vive hoje em dia nos ralis são ralis das nove às cinco, com algumas exceções e são essas exceções que começam a ser contestadas: “horários? é melhor não falar. Posso dizer muito sobre como as coisas mudaram, mas… não é possível após um longo dia ter 15 minutos de reagrupamento para comer. Nós não somos máquinas. Além disso, vimos dos dois dias de reconhecimentos. Não são apenas três dias de rali. Trabalhamos a partir de segunda-feira e as pessoas não veem isto. Não quero dizer mais nada…”, disse Dani Sordo.
Já para Ott Tanak: “Penso que estas discussões já existem há bastante tempo. Temos este grande parque de assistência e toda a hospitalidade para levar às pessoas e é isso que os fabricantes realmente gostam, levar as pessoas ao parque de assistência para mostrar como estamos a construir o carro e como estamos a trabalhar. Isto também faz parte do espetáculo. Com certeza, preferimos fazer pelo menos uma pausa na assistência durante o dia. Seria bastante importante. Por vezes é um pouco complicado quando os troços são longe e é difícil encaixar tudo”, disse.












