O Rali da Grécia/Acrópole, conhecido pelas suas condições exigentes, prepara-se para testar os limites de pilotos e máquinas. Com a mudança para junho, o mais do que provável calor intenso adiciona uma camada extra de dificuldades. Vários pilotos partilharam as suas perspetivas sobre este desafio icónico.
Calor, pneus e dureza…
Elfyn Evans destaca o impacto severo nos pneus e o potencial para temperaturas ainda mais altas. “Vai ser um verdadeiro teste para os pneus,” afirma Evans, sublinhando que o calor afeta todos, desde os pilotos até aos carros.
Ott Tanak enfatiza a exigência histórica do rali, agravada pelo calor. “O calor é sempre um grande fator, tanto nas partes técnicas como nos óleos, arrefecimento, pneus e, obviamente, para os pilotos,” explica Tanak.
Kalle Rovanpera partilha a sua afinidade pelo Rali da Acrópole, reconhecendo-o como um dos mais duros do ano. “É um dos ralis onde se pode ter todas as condições ao longo do fim de semana e é preciso ser rápido, mas também sobreviver um pouco,” diz.
Joshua McErlean descreve o rali como implacável e um dos mais exigentes da Europa, mencionando locais icónicos como Atenas, Salamina e Loutraki. Adrien Fourmaux antecipa um rali muito quente e desafiador, apreciando a dificuldade, mas reconhecendo o sofrimento que o calor pode causar. McEarlean recorda ainda o calor extremo sentido no ano anterior e antecipa um desafio ainda maior em junho. “Vai ser muito mais exigente com o calor, os pneus, os travões e a forma como a equipa reage,” conclui McEarlean.
Gregoire Munster vê o rali como uma oportunidade, pois a sorte desempenha também um papel importante devido a fatores mecânicos imprevisíveis. “Gosto, porque cria oportunidades, e há sempre um pouco de sorte envolvida,” diz Munster.
Em resumo, o Rali da Acrópole promete ser uma prova de fogo, onde a resistência, a adaptação e a sorte serão cruciais para alcançar o sucesso.










