Numa jogada estratégica para otimizar os percursos e evitar longas ligações, os ralis estão cada vez mais a adotar as assistências remotas. Esta inovação permite que os troços se estendam por áreas mais vastas, oferecendo desafios mais emocionantes e variados.
O icónico Rali da Acrópole será palco de uma assistência remota na etapa de sexta-feira. Nestas janelas de serviço de 20 minutos, longe do parque de assistência principal, apenas três mecânicos, com o piloto e o co-piloto, podem intervir no carro. Uma exigência que obriga a que todos estejam prontos para sujar as mãos.
Opiniões dos Pilotos
Josh McErlean: “As assistências remotas não dão descanso à equipa. É preciso estar bem preparado fisicamente, manter a calma e continuar, porque os dias são longos e exigentes.”
Elfyn Evans: “Os mecânicos fazem o trabalho pesado, enquanto nós nos focamos nas tarefas mais simples. Não fazemos nada específico para as assistências remotas. Se podemos arranjar algo na ligação de estrada, fazemo-lo. Mas temos um conhecimento básico de como desmontar as coisas.”
Thierry Neuville: “As assistências remotas funcionam bem. Confio nos nossos mecânicos, eles conhecem o carro de cor e estão bem organizados.”
Kalle Rovanpera: “Confio em todos os meus mecânicos, são profissionais e fazem um excelente trabalho. O meu trabalho é conduzir.”
Sébastien Ogier: “Confio em todos os meus mecânicos. Se precisarmos de ajudar, faremo-lo com prazer. Comecei como mecânico e ainda adoro fazer isso.”
As assistências remotas são, assim, um teste de resistência, trabalho de equipa e confiança, onde pilotos e mecânicos unem forças para superar os desafios dos ralis modernos.










