Sébastien Ogier trouxe para o WRC algo novo para juntar ao dicionário da competição: “gestão dos saltos”. Mas afinal o que é isso? O francês mencionou antes da prova que a “gestão de saltos” iria ser muito importante este fim-de-semana: “Basicamente, este é o rali que mais saltos vai ter. Na Finlândia, há muitos saltos, mas a maioria deles, hoje em dia, são planos e basta manter o acelerador a fundo. Na Estónia é um caso diferente, alguns saltos são muito maiores, outros são um pouco feitos artificialmente, o que significa que não sabemos como é que o carro vai reagir. Talvez alguma reação diferente da traseira, talvez algumas aterragens mais duras. Infelizmente, no ano passado, vimos o Elfyn a ter uma má aterragem de um salto. Estes são os tipos de saltos que temos de fazer com a velocidade perfeita. Claro que, se abrandarmos demasiado, perdemos tempo. Mas também é muito fácil fazê-lo de forma um pouco exagerada, e com isso ter uma aterragem dura, e danificar o carro, aleijarmo-nos ou mesmo sair de estrada. É por isso que os saltos para mim vão desempenhar um papel bastante importante no ritmo da prova”.











