O começo de época da Citroën este ano está a ser bem diferente do ano passado, ainda que os resultados não estejam a ser o que a equipa gostaria. De qualquer forma, tem-se visto os pilotos da equipa muitas vezes nas lutas da frente, ou vencendo especiais, como o que sucedeu por exemplo no México, com os C3 a vencer mais especiais do que qualquer outro WRC, com as duas formações inscritas na prova a rubricar os melhores tempos por 8 vezes.
Contudo, o equilíbrio do C3 WRC foi, mais uma vez, melhorado. A equipa introduziu evoluções no eixo traseiro do carro, de forma a aumentar um pouco mais a sua margem operativa, leia-se, latitude de afinação, algo importante nesta prova, pois este rali é um enorme desafio. Apesar das alterações mínimas introduzidas este ano –concentradas sobretudo na etapa de domingo, com as especiais a serem disputadas no sentido inverso ao do ano passado – o percurso engloba alguns troços muito rápidos e outros extremamente sinuosos, bem como estradas de terra que são, por vezes, muito difíceis, não deixando de ser uma prova única e sempre intensa para todos.












