Ott Tanak chega à terceira prova do ano a 41 pontos do líder do campeonato, depois de duas más provas, abandonando no Monte Carlo e atrasando-se muito na Suécia, devido a um problema relativo à potência híbrida. Por isso, as próximas provas são absolutamente fundamentais para o seu futuro no campeonato.
Como avalias a tua temporada até agora?
“Não tem sido muito boa de todo, não podemos negar isso. Felizmente, estamos apenas na terceira prova e há um longo caminho a percorrer até ao final do ano. A equipa trabalhou arduamente para estar preparada para a Croácia com um teste bem sucedido e algumas boas soluções para os problemas que tivemos nos dois primeiros eventos.
Tenho de acreditar que as coisas vão melhorar”.
Como descreverias o Rally da Croácia e o desafio que enfrentas como piloto?
“O ano passado foi a primeira vez que competimos na Croácia e definitivamente torna a vida um pouco mais fácil regressar este ano. Mas mesmo com esta experiência posso dizer que continua a ser um dos ralis de asfalto mais desafiantes que já vi, e não vai ser mais fácil este ano, isso é certo”.
Quais são as qualidades de que um piloto precisa para ser rápido no Rally da Croácia?
“O rali é geralmente um evento que tem muitas condições e níveis de aderência diferentes. Ao mesmo tempo, é rápido e muitas vezes com curvas cegas sobre os topos ou saltos.
Por esta razão, é necessário um carro com boa estabilidade e aderência.
E uma grande confiança de si mesmo é também muito importante”.
Cada rali é importante, mas quão importante é o Rally da Croácia em termos de recuperação o teu desafio pelo título?
“Nem sequer se trata, de momento, de um desafio pelo título. Até agora, não tem sido fácil entrar no bom caminho e encontrar algum ritmo. Estamos focados e vamos continuar a trabalhar para chegarmos ao ponto em que nos possamos sentir novamente felizes”.
Quais são os pontos fortes do teu Hyundai nos troços de asfalto?
“No Rallye Monte-Carlo vimos que ainda há muito a fazer no asfalto, mas tudo estava a começar e a acontecer no último momento e a principal prioridade era entrar na linha de partida. A equipa teve agora teve mais tempo para avaliar tudo desde Monte e eu sabemos que os rapazes têm trabalhado arduamente para encontrar esse desempenho extra”.
Como se têm mantido ocupados no período entre a Suécia e a Croácia?
“A vida mantém-nos de alguma forma sempre ocupados, e entre a Suécia e a Croácia tem havido muito a ver com testes e com a formação habitual”.












