Ott Tänak/Martin Järveoja chegam a Portugal depois de um quarto lugar no monte Carlo, um péssimo resultado na Suécia, devido a uma saída de estrada, um rali que era ‘seu’ para vencer, foram oitavos no Quénia e quartos na Croácia. Até aqui o estónio tem tido dificuldades em ‘entender-se’ bem com o carro, mas agora que vem aí a terra ‘normal’ – o Safari é sempre uma exceção devido à dureza dos pisos – pode ser que Tanak comece finalmente a lutar pelas vitórias: “Depois da Croácia, é ótimo voltar a uma superfície mais dura. Portugal é muito agradável – é uma prova que aguardo com expetativa. É um rali rápido, com velocidades elevadas e normalmente suave na primeira passagem e muito duro na segunda. Durante esta parte da época começa a ficar mais quente e Portugal é um dos primeiros ralis em que o carro e os pneus podem ser bastante desafiantes. O contraste entre a primeira e a segunda etapa é notório, porque as estradas suaves podem tornar-se tão esburacadas.”











