Tal como sucedeu o ano passado, Ott Tänak termina o Rali de Monte Carlo com o ónus de ter de correr atrás do prejuízo. A exemplo de 2020, também este ano não terminou a prova, desta feita devido a dois furos quando só tinha uma roda sobressalente, mas o efeito é exatamente o mesmo.
Desta feita, vai para o Rali do Ártico 30 pontos atrás de Sébastien Ogier, piloto da Toyota, onde já sabe que a Toyota vai ser forte: “Vai ser difícil desafiar a Toyota [no Rally Ártico/Finlândia]. A Finlândia é a sua ‘casa’, eles são rápidos, número um, nestes troços cheios de neve e, em segundo lugar, nas estradas rápidas. Mas nós, melhorámos muito o nosso carro nas estradas rápidas e o objetivo é desafiá-los”, acrescentou o estónio, que ‘aqueceu’ para o evento com uma vitória em condições de neve e gelo semelhantes em território nacional, no Otepää Talveralli: “Tivemos muitas questões menores durante o evento desde o início em Monte-Carlo, por isso não conhecemos realmente o nosso desempenho em comparação com a Toyota. Com certeza, são fortes, mas penso que também teríamos também sido fortes se as coisas tivessem corrido sem problemas. Portanto, ainda temos muito trabalho a fazer e as minhas expetativas para este ano são definitivamente muito superiores às do ano passado. O ano passado quis dar tempo para a equipa se habituar a mim, desenvolver e melhorar, mas este ano não é o ano de aprendizagem. Agora temos mesmo de ir em frente ou vamos perder o contacto com a Toyota”.









