Yohan Rossel assumiu a liderança da categoria WRC2 no Rali do Paraguai, no final da etapa de abertura, após uma jornada marcada por intensas disputas e infortúnios dos seus principais adversários. Apesar de Oliver Solberg ter dominado, vencendo seis classificativas, foi o piloto francês quem soube capitalizar os percalços alheios.
Solberg, ao volante do seu Toyota GR Yaris Rally2, demonstrou um ritmo quase arrasador, sendo superado em apenas duas ocasiões ao longo do dia. Contudo, um furo inoportuno na terceira especial (SS3) comprometeu irremediavelmente as suas aspirações, relegando-o para a sexta posição no final da etapa, apesar da sua inegável velocidade.
O piloto local Diego Domínguez acendeu a esperança da multidão paraguaia, liderando a prova entre a SS2 e a SS4, perante um público fervoroso. No entanto, um pião custoso na SS5 fê-lo perder posições cruciais, descendo ainda mais na classificação até ao terceiro lugar na SS7, à medida que os seus rivais exploravam o seu erro.
Neste cenário de reviravoltas, Yohan Rossel emergiu como o principal beneficiário. O piloto francês ascendeu à liderança do WRC2 quando Domínguez vacilou, construindo uma vantagem de 9.1 segundos sobre Nikolay Gryazin, que conduz um Citroën C3 Rally2. A sua estratégia de evitar os dramas que afetaram os pilotos mais rápidos revelou-se decisiva.
Apesar do seu contratempo, Domínguez mantém-se na luta pelo pódio, estando a escassos 1.2 segundos de Gryazin. Robert Virves ocupa a quarta posição, enquanto o piloto da casa Fabrizio Zaldivar completa o top cinco, ambos a debaterem-se com as condições do terreno, que se revelaram desafiadoras até mesmo para os contingentes locais.
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