Historicamente a GNR é um dos ‘garantes’ que o Rali de Portugal corre todos os anos “sobre rodas” e este ano a sua tarefa é ainda mais complicada. Em ano de pandemia, o seu trabalho vai, desta feita, bem para além do que é habitual há décadas. Como a covid-19 ainda ”à solta”, entre nós, mais do que nunca a GNR apela “ao bom senso, civismo, e responsabilidade de todos, para que a prova decorra em segurança”, referindo-se à segurança ‘habitual’ e também à ‘segurança sanitária’.
Na conferência de imprensa de lançamento da Operação Rali de Portugal, a Guarda Nacional Republicana (GNR) revelou que vai ter 2.900 militares na operação de segurança do Rali de Portugal, entre quarta-feira e domingo.
Em conferência de imprensa, o comandante João Fonseca explicou que para além da segurança e trânsito, este ano há uma terceira tarefa, que passa pelo controlo da presença do público nas ZE, Zonas Espetáculo”: “Portugal tem, historicamente, um grande volume de adeptos, e o nosso objetivo é que a prova decorra em segurança. Queremos ajudar os espectadores a chegar às Zonas Espetáculo, contê-los nessas zonas e com isso conseguir o sucesso do rali”, disse.
A GNR apela aos adeptos que não ‘fujam’ das zonas autorizadas, pois isso pode colocar em causa a anulação de uma qualquer especial, por ordem da FIA: “Apelamos às pessoas que cumpram escrupulosamente as regras dos militares no terreno. Quando o limite for alcançado, não deixaremos entrar mais ninguém. Não adiantará anteciparem-se à operação da GNR”, avisou.
Para além disso, não será permitida a venda de comidas e bebidas nas Zonas Espetáculo, e estarão no local militares para gerir a lotação e entrada nos espaços, pelo que “quem os tentar ocupar antes corre o risco de ter de sair e situar-se na fila de ingresso do local. Meia hora antes do primeiro concorrente, passa o delegado de segurança da FIA. Se vir que a especial não tem segurança, pega no rádio e diz que aquele troço não se faz e isso torna inglório todo o esforço que foi feito”, disse.










