Ao vencer o SATA Rali Açores, tornando-se no primeiro piloto a vencer duas provas do IRC este ano, o irlandês Kris Meeke (Peugeot 207 S2000) ascendeu ao comando do IRC (Intercontinental Rally Challenge): “Foi um rali complicado, especialmente no segundo dia por causa das condições atmosféricas adversas. Estou contente, não cometi erros esteve aí a razão principal para sucesso”.
Nicolas Vouilloz (Peugeot 207 S2000) e Jan Kopecky protagonizaram um duelo pela segunda posição que acabou por ser ‘ganho’ pelo checo, logo na estreia do Skoda em terra, o que mostra um cada vez maior equilíbrio do Skoda Fabia S2000 com o 207 S2000, o que deixa antever bons duelos até ao fim do campeonato: “Estou um pouco desiludido por ter perdido o segundo lugar, mas ao fim ao cabo satisfeito por ter terminado um rali muito difícil e estar num dos lugares do pódio”, referiu Nicolas Vouilloz.
Quem teve azar logo no dealbar da prova foi Freddy Loix (Peugeot 207 S2000), que comandava o IRC, foi o primeiro comandante da prova, mas viu as suas esperanças de um bom resultado se esfumarem logo na segunda especial quando furou e perdeu imenso tempo: “Acaba por ser o resultado possível, com o furo tão cedo, mas a partir daí recuperei terreno.”, referiu o belga.
Fernando Peres (Mitsubishi Lancer IX), que curiosamente já venceu por sete vezes o Rali dos Açores, foi quinto e o melhor português: “Foi um resultado que acaba por corresponder a uma vitória, já que à nossa frente ficaram cinco pilotos profissionais, com os quais não nos podemos bater. Foi andar depressa no primeiro dia e gerir no segundo.”












