Gil Antunes e o seu copiloto Diogo Correia estrearam-se este fim-de-semana no Rali das Camélias com um R5. Antes do rali ter início o piloto afirmava que esta seria uma prova para ganhar experiência com um automóvel de tração integral, pretendendo adaptar-se ao R5 sem a pressão de resultados. Com apenas 20 km de testes na sexta-feira o piloto realizou uma boa estreia no Rali das Camélias, vencendo duas das quatro especiais da manhã. Contudo, devido a um problema de embaciamento dos vidros, o piloto acabou por perder algum tempo face aos seus adversários. De tarde, quando recuperava, o piloto de Aruil escolheu mal os pneus, ao optar por slicks para piso seco. Apesar do alcatrão molhado não ter dado tréguas, a dupla Gil Antunes e Diogo Correia manteve-se na luta e acabou o rali no segundo lugar à geral:
Que balanço fazes deste rali?
“Foi uma estreia espetacular! Só conseguimos testar o carro durante 20 km, por isso, a intenção era adaptarmos-nos ao R5, ganhar experiência para o próximo ano e sem dúvida divertimos-nos. Este segundo lugar acaba por ter sabor a vitória, porque o R5 era um mundo totalmente novo para nós e mesmo assim chegámos a liderar o rali”.
Como foi a adaptação?
“A adaptação ao carro não podia ter sido melhor, apesar dos contra-tempos relacionados com a má escolha de pneus e o embaciamento do para-brisas”
Um rali à porta de casa é outra coisa…
“Conduzir ‘em casa’ tem sempre um sabor especial, uma vez que sabemos que estamos a ser vistos pelos nossos amigos, conhecidos, familiares e alguns patrocinadores e o apoio de todo eles faz-nos tentar sempre dar o nosso melhor. Só tenho a agradecer, todo o apoio que me é dado ao longo das especiais, nas redes sociais, nas mensagens de telemóvel e em alguns locais onde passo e fazem questão de me receber sempre de braços abertos e com um sorriso no rosto.”












